sábado, 28 de março de 2009

Saudades dele...



Não lembro de uma outra morte que tenha causado tanta comoção no povo brasileiro.
Hoje começa mais um campeonato e a lembrança do Ayrton bateu forte em mim.
Fui para o youtube e revi várias matérias feitas na ocasião de sua morte.

Lembro como se fosse hoje.
Eu estava em Curitiba na casa de uma amiga, acordei meio de ressaca com a notícia do acidente, mas pensei "vai ficar tudo bem com o nosso Senna"... minutos depois lembro da voz embargada do repórter dizendo "morreu Ayton Senna da Silva, esta é uma notícia que nunca gostaríamos de dar"... foi um choque!

Lembro de mim e dos meus pais chorando em frente a televisão. A Jéssica com 3 anos sem entender direito, mas chorava porque nos via tristes.
Realmente senti como se fosse alguém muito próximo.
Alguém por quem eu sentia amor, orgulho e que me trazia muitas alegrias.

O país, o mundo ficaram paralisados.
Nunca esqueço do desespero das pessoas correndo atrás do cortejo fúnebre que cortou a cidade de São Paulo.
As pessoas se esbugalhavam de tanto chorar.

Foi uma perda realmente imensurável, como disse o pai do Rubinho.

O Ayrton era destemido, tinha uma postura digna e exemplar.
Com raras exceções, mas não é exagero afirmar que todos o amavam.
Ele fazia a manhã de domingo especial.
Começar o dia com uma vitória sua era um sinal de que seria um bom dia.
Uma boa semana.

Morreu com ele uma parte do nosso país, pois ídolos levam um pouco de nós quando se vão.

É uma parte da nossa história que se encerra.
Um exemplo de vida que não teremos mais como referencial para os nossos filhos.

Pensar que se passaram 15 anos e a dor, a indignação por ninguém ter lhe ouvido quando este chamava atenção pra falta de segurança na pista... tudo está vivo ainda, esta lembrança triste.

Saudades...

Ah... se seguíssemos os mandamentos!

Os 10 Mandamentos da Lei de Deus são:

1. Amar a Deus sobre todas as coisas.
2. Não tomar Seu santo nome em vão.
3. Guardar domingos e festas.
4. Honrar pai e mãe.
5. Não matar.
6. Não pecar contra a castidade.
7. Não furtar.
8. Não levantar falso testemunho.
9. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.

Os Sete Pecados Capitais são:

1. Gula
2. Vaidade
3. Luxúria
4. Avareza
5. Preguiça
6. Cobiça
7. Ira

Deus nos deixou os mandamentos que foram entregues a Moisés para que pudéssemos viver felizes e em harmonia. Infelizmente a humanidade está se perdendo destes princípios.

A falta de esperança e fé, a violência crescendo, filhos matando seus pais, pais estuprando seus filhos, mentira, ganância, traições, acidentes causados pelo excesso de drogas e alcool.

Aonde vamos parar?
A cada dia que passa o mundo de uma forma geral explode em guerras. Guerras santas, guerras urbanas, guerras comerciais.
Temo muito pelo futuro das próximas gerações.
Lembro quando os crimes hediondos chocavam.
Hoje parece que serve de exemplo às pessoas de índole ruim.

No dia-a-dia nos deparamos com o egoísmo do ser humano.
Percebemos o desrespeito com os mais velhos, não se tem paciência, nem gratidão.
Basta estar na fila de um supermercado.
Quantos idosos estão no final da fila - mesmo nos caixas preferenciais - e ninguém os chama pra passarem a sua frente.
Eu chamo. Sinto-me MARAVILHOSA quando faço o bem à alguém.
E indignada com os que fingem de não enxergar.

Por que a humanidade está desta forma? Por que as pessoas tem este apego ao material?
Será que perder 10 minutos do seu tempo para ser justo com um idoso é muito?

É um efeito dominó.
As pessoas estão cheias de problemas, centradas em sua vida apenas e perderam a paciência de olhar à sua volta.
Perderam a paciência.
Perderam a fé.
Perderam a esperança.

O mundo tem que mudar seu olhar para com o próximo, pois estamos deixando o mal vencer.
Toda vez que negamos ajuda a alguém que nos pede um único pão, por entender que as ruas estão cheias de viciados vadios, generalizamos e deixamos de fazer o bem.
Vamos e venhamos, quando somos constantemente prejudicados acabamos deixando de acreditar mesmo.

A gente tem que saber discernir, saber separar o joio do trigo.
Não podemos fechar nossos corações, nem desistir.

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Sinto que estou num momento crucial da minha vida.
Quero mudar, quero crescer, evoluir.
Sei que tenho que lutar contra minha depressão.

Em alguns momentos bate um desânimo, mas olho pra mim e sei que tenho muito a fazer. As pessoas são capazes de realizar seus sonhos, concretizando seus objetivos.
Sempre tive muita dificuldade de criar metas.
Não me perguntem por que.
Meus pais me deram todos os meios... eu é que não soube chegar ao fim.
Por favor não me julgue.
É errado julgar o próximo sem saber o que o afeta por dentro.

Não quero me justificar.
Nem preciso.
Quero apenas dar uma guinada em minha vida.
Esta é a hora, este é o momento.
Sinto que Deus está entrando em minha vida e tomando conta do meu ser.
Muitas vezes os problemas nos confundem, nos desistimulam.

Quando fiquei doente a primeira coisa que me passou foi a "morte", o "fim".
Não tinha tempo de ficar pensando nisso, então o outro caminho veio através da fé que tenho em Deus.
Decidi ter fé, coragem e lutei pra ficar viva.
Se venci é porque Deus quer que eu continue aqui.
Se estou aqui é porque Deus ainda tem algo guardado pra mim.

Capacidade e inteligência sei que tenho.
Devo me disciplinar, aproximar minha vida de Jesus cada vez mais.
Procurar viver dentro dos mandamentos.
Evitar os pecados capitais.

Hei de vencer com a graça do senhor!

E você também, acredite!

sexta-feira, 27 de março de 2009

Mundo estranho

Engraçado. Não sei se sou eu ou os outros.
Acho as pessoas tão estranhas.
Sem explicação alguma cometem atos absurdos com a maior naturalidade do mundo.

Uma hora se aproximam e na outra se afastam.
Às vezes a gente sabe por que. Sabe até quando dá motivo.
Mas como tem gente que se afasta sem motivo.

No momentos que pensa que pode contar, todos se afastam.
Sei lá...

...mas o mundo é estranho demais!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Que droga!

Perdi um texto enorme que falava sobre nossas diferenças.
Não estou com saco de escrever tudo de novo. Pelo menos não agora.

Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii...

sábado, 21 de março de 2009

Difícil a vida.

Não quero mais brincar de ser adulto.
Não quero ser responsável pela minha vida, pela vida das pessoas que moram comigo, pela vida da minha cadela, pelo andamento da rotina da casa.
Não quero receber tantas contas em meu nome.
Nem ficar sem dormir por não ter como pagá-las.

Quero voltar a ser criança, quando a minha única e exclusiva preocupação era com meus estudos, com a arrumação do meu quarto e com a conta da confeitaria que não podia ficar muito alta, senão meu pai brigava comigo.

Sinto-me como se existissem dois EUS dentro de mim.

Um deles tem certeza que tudo irá melhorar.
Sente-se feliz da vida porque sabe que tem o amor da sua filha pra contar, do seu marido e um número razoável de amigos em quem pode confiar.
Este lado otimista acredita que em breve os problemas financeiros serão resolvidos e com isso as nuvens negras, a insonia, a angústia irão se dissipar.
É uma questão de tempo, de fé.
Agradeço à Deus porque tenho um teto pra morar, saúde, minha família e paz.

Uma voz dentro de mim diz que Deus sempre foi legal comigo, não vai faltar neste momento.
É só uma fase difícil e triste.

Triste sim, pois adaptar-se a viver sem ter meus pais é triste.
As coisas acontecem e não tenho pra onde correr.
Lembro de quantas vezes tinham razão quando me diziam pra tomar cuidado, ter mais juízo e eu não os levava à sério.

Nesta hora o meu EU da culpa, do remorso e do arrependimento tomam conta de mim.
Ah se eu tivesse feito diferente... mas não fiz.
Tive todas as oportunidades e não aproveitei.
Não sei o que acontece comigo, sou uma estranha.
Penso que as coisas estão ficando cada vez mais ruins.
Quando a falta de dinheiro bate à nossa porta é difícil reagir.

Nesta horas tento me consolar, procuro afastar os maus pensamentos da cabeça.
Penso no que tenho de bom ainda: minha filha e meu marido.
Além da minha cadela, um anjo em minha vida que eu amo muito.
Também tenho saúde.
Só do câncer não voltar já é um consolo, um motivo pra entender que estou viva e ainda tenho muito o que fazer aqui.

Confesso que um dos meus maiores defeitos é a preguiça.
Queria poder ficar em casa sem fazer nada, só cuidando da minha aparência e dando ordens às empregadas.
Tem gente que mesmo com dinheiro sobrando não consegue ficar sem fazer nada.
Eu não.
Ficaria numa boa em casa, lendo livros, assistindo tv, navegando na net.

Só que por enquanto não dá.

Tenho que lutar.
Tenho como objetivo principal me estabilizar financeiramente e emocionalmente.
Quero adotar uma criança.
Quer engravidar de novo.
Preciso muito encontrar meu caminho.

Estou perdida neste momento.

Perdida e só.

quinta-feira, 19 de março de 2009

O tempo...




O tempo é realmente implacável, não só com a nossa aparência, mas com nossa vida.
Sei que a gente deve sempre pensar positivo, sempre acreditar e ter fé de que tudo vai melhorar.

Só que é muito ruim quando chega a parte da separação das pessoas que amamos, os mais velhos. Os meus velhos.

Sinto falta deles.

Não tem como não olhar estas fotos e não pensar que talvez NUNCA mais as irmãs Lopes se reúnam. Não apenas porque minha mãe faleceu e a mais jovem, tia Aracy, que nem cheguei a conhecer.
A família se esfacelou.
Todas doentes e idosas demais.

O tempo... será que foi ele que nos separou tanto???

Uma pena notar que com o passar dos anos as boas lembranças ficaram presas em fotos.
Hoje todos trabalham demais, tem suas vidas, seus problemas, suas ocupações.
Como uma pessoa capitalista.
Somos todos individuais demais.

Lembranças da minha infância consolam meu coração.
Porque de repente a vida que era colorida fica meio cinza, então você tem que pegal um pincel, uma aquarela e procurar colorir esta paisagem da melhor maneira possível.

Não pode deixar que e escuridão tome conta.

Acima de mim existe uma pressão enorme.
São meus problemas me empurrando pra baixo. Mesmo assim, quando sinto o carinho da minha filha e acordo ao lado do Hélio, dentro da minha casa, com a geladeira cheia e ainda por cima com todos gozando de saúde, penso que a vida ainda tem sua razão de ser.

Infelizmente, não posso negar que há dias que cedo e afundo um pouco neste buraco.
Como hoje, fui à Curitiba buscar medicação, mas confundi a data e era amanhã. O sistema não libera antes.
Voltei de mãos abanando.
Sorte que peguei o ônibus de volta na hora.

Qualquer pessoa poderia rir desta situação, afinal, devo conseguir alguém pra buscar pra mim.
Só que eu fico hiper de cara.

Sinto-me uma idiota. Burra.
Depois, penso que exijo demais de mim, quando apenas eu posso me compreender e ajudar.

Vou acabar aqui.
Deixo esta música que lembra uma época mágica da minha vida.



terça-feira, 17 de março de 2009

Mãe...



Lembro muito bem do gosto de determinadas refeições preparadas pela minha mãe. O arroz de Braga (carne moída e couve), o frango ensopado, a carne moída com milho, entre tantos outros pratos super simples que ela fazia sempre. Quando era pequena, não tinha muito apetite, mas bastava ela dizer que tinha preparado com tanto amor para imediatamente eu raspar o prato. Caso contrário, morria de remorso...

A mãe era incrível. Como todas as irmãs Lopes, sabia muito bem apelar pro nosso sentimentalismo.
Sinto uma falta gigante dela, um vazio, uma dor imensurável.
Nunca mais me sentirei completa, feliz por inteiro.
Todos os dias ela ligava para saber como eu estava. Preocupava-se de verdade comigo e com minha filha.
Uma pena que as pessoas morram. Minha mãe e meu pai poderiam ter ficado pra semente.

Não gosto de ficar triste, nem mostrando minha saudade, minha orfandade, mas não consigo. Sou transparente.
Nunca me vi tão só nesta vida.
Meus pais eram minha base, meu alicerce.
Penso que só quando minha família puder crescer novamente sentirei uma nova alegria, uma velha esperança.

Tenho inveja das famílias completas. Tenho mesmo.
Por mais que a gente se desentenda às vezes com nossos pais, eles tem lugar cativo em nossos corações.

Perdi a vontade de passar na locadora todos os finais de semana pra pegar um filme. Muitos que vejo sei que meu pai gostaria.

Perdi a vontade de fazer bolos e sobremesas, pois sinto falta da aprovação de ambos... nem a melhor confeiteita da cidade me batia, pra eles né.

Se pudesse não comemoraria nenhuma data, a não ser o aniversário da Jéssica e do Hélio.
Dia das mães (tudo bem sou mãe e por isso devo comemorar), mas Dia dos Pais, Páscoa (todo os anos ganhava deles um ovo, uma caixa de bombom), Natal, meu aniversário... a ausência deles se faz muito presente nestas ocasiões.

Minha mãe me ensinou muito, apesar de que grande parte disso eu aprendi depois que ela se foi.
Talvez com sua morte eu tenha conseguido entender muitas coisas.
Valorizada por mim acredito que sempre se sentiu. Teve o episódio de conhecer minha mãe biológica, quando deixei bem claro que entendia a dor dela, mas que nada removia da minha cabeça a idéia de que eles eram MEUS PAIS.
Eles sabiam que eu ia no Centro Espírita, por isso eu dizia que mesmo não tendo nascido da barriga deles, em alguma outra vida nasci. Sei disso. Meus pais são para sempre, ainda os verei.

Muitas vezes sonho com eles, mas é ruim acordar e cair na realidade. Só que nada tira a alegria de estar com eles, mesmo em sonho.

Tenho muita pena das pessoas que não valorizam seus pais.
Que somem.
Que os esquecem em asilos.

Tenho muita saudades dos meus. Quando vejo um velhinho, bem velhinho, sempre penso que é uma pena não ter tido a chance de vê-los envelhecer até eu cuidar deles.

Deus sabe o que faz.

Do jeito que o mundo anda, com tanta violência, desrespeito, descaso com a vida e o ser humano, meus dois anjos de pureza sofreriam demais.

Porque pra mim eles são puros.

Ô saudade da peste!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Ter fé

É tão difícil acreditar que a vida vai melhorar nestes dias de crise.

As coisas custam tanto pra serem resolvidas. A reclamação é geral. Quem tem finge que não tem para não correr o risco de ter que emprestar.
Converso com pessoas que também estão na mesma situação, sem dinheiro, com dívidas, mas a maioria acredita numa melhora da economia em breve.

Tomara, pois dependo da venda desta casa para sair do buraco.

Até pensei em pedir emprestado para fugir dos juros, mas depois pensei bem e conclui que não valia à pena.

Tenho fé, estou trabalhando para conquistar meus objetivos.
Ontem surgiu uma boa oportunidade de conseguir melhorar, estou na expectativa de sair do buraco.

Tenho fé ainda. A hora que não tiver também acaba tudo.

Culpa

Sinto culpa ainda pela morte do Toquinho.

Não posso negar e nem fugir disso.

Sou uma pessoa tão sentimental que sofro até por um cachorrinho que nem meu era.

Minha mãe era assim e eu sempre pedia pra não sofrer tanto por tudo, pois lhe fazia mal.

No fundo, sou igual a ela.

As tragédias cotidianas me abalam muito. Sinto na pele a tristeza dos outros.

Pena que não há ninguém que perceba os meus sofrimentos mais.

Droga. Mil vezes droga. Tadinho do Toquinho.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Instinto Animal



Depois de 8 anos virgem finalmente a Gabi aceitou um macho e cruzou com ele. Agora temos que torcer pra que vingue e dê tudo certo.
Fiquei bem feliz, pois não é bom a cadela não dar cria nem uma vez.

Pena, que apesar disso, houve um fato que marcou e me deixou muito aborrecida.

O macho matou um pequeno poodle que sempre entrava aqui. Era "amiguinho" dela. Pior que desde que este macho chegou, super feroz com os cães que passavam aqui em frente, eu imaginava que isso poderia acontecer.
Pena, não soube ouvir minha intuição.
Cheguei a avisar o dono pra prendê-lo, mas ele foi relapso e aconteceu esta tragédia.

Sei que a culpa não é minha. Afinal de contas, cachorro é pra ficar preso dentro de casa. Não na rua.
A gente nunca reclamou, mas claro que era bem desagradável ele entrar e fazer todas suas necessidades aqui. Inclusive bem na nossa porta.
Só que o menos culpado de todos era ele. O bichinho age por instinto. Na cabecinha de poodle dele, a Gabi era sua fêmea, por isso diariamente ele vinha marcar seu território.
Nós não estávamos presentes.
Fomos avisados por telefone e quando chegamos vimos aquele monte de pêlo branco com uma enorme mancha vermelha na barriga.
Uma cena de horror pra mim, que nunca esquecerei.
Neste ponto puxei bem a dona Rose, que sofria pelas pessoas e pelos animais.
Sempre lembro dos meus pais quando algo ruim acontece, pois sei como ficariam chocados e tristes.

Mesmo sabendo que não tenho responsabilidade nisso, lamento não ter ouvido meus instintos. Poderia ter tomado outras atitudes para evitar este final trágico do Toquinho.

Sei que o Guga, "assassino", agiu por instinto. Era outro macho, dentro do "seu" território.
Como disse minha filha, só a Gabi é como é. Ela não mata outro bicho, mesmo que seja um gato. Já vimos gatos no quintal, ela late de longe. Talvez por medo.
O Toquinho estava sempre aqui, era bem abusadinho mesmo. Pecado... deve ter entrada em um momento em que o Guga estava longe.
Muito triste isso.
Sou boba, sensível. Chorei muito, muito mesmo. Ainda não me conformei, ainda penso que deveria ter prendido os dois na garagem...

Se... se... mas não dá pra mudar o que houve.

Triste também notar que muitos acharam certo e até "legal" o que houve.
Um absurdo, mas tem gente que não liga a mínima pra animal.
Gente oca. Gente podre, me desculpem a franqueza.

Por mais que eu venha a sofrer muito ainda, prefiro ser como sou do que não se comover com uma fatalidade destas.
Pode parecer loucura, não sei, mas a Gabi ficou bem mais triste. Ela sabe o que houve, sabe que seu companheirinho foi morto.
Os animais sentem.
Bestas são aqueles que pensam que os bichos são totalmente irracionais. Foi feito ume estudo recentemente e ficou provado que sentem ciúmes e até inveja.

Ao chegar e me deparar com aquela cena tão grotesca, pensei nas pessoas que tem a infelicidade de perder um ente querido de forma violenta.
Porque o Guga é um animal irracional, mas e os animais racionais que andam soltos por aí?
Quantas pessoas não tiveram que encontrar seus filhos e filhas caídos dentro de uma poça de sangue? Vítimas da maldade humana?

Não gosto nem de pensar.
Minha mãe biológica passou por isso quando meu irmão gêmeo foi assassinado em 1983.
Nunca mais conseguiu se recuperar.
Deve ser uma dor horrível, a maior de todas, agravada pelo fato de que a vida lhe foi tirada.

Não vou me estender mais, está ficando muito pesada esta postagem...
O negócio é ter fé e esperança!

E que o Toquinho esteja no céu dos cachorrinhos!

domingo, 1 de março de 2009

Preceito Diário - 01 de Março

Preceito Diário - 01 de Março
DEVEMOS PROFERIR SEMPRE PALAVRAS POSITIVAS DE FELICITAÇÃO E GRATIDÃO.

No Ano-Novo, as pessoas se cumprimentam: “Feliz Ano-Novo”. Palavras de felicitações fazem bem à alma e purificam a mente. Quando a mente se torna serena e pura, a vida entra nos eixos naturalmente, e a saúde melhora cada vez mais. Sejamos pródigos em proferir palavras alegres e positivas de felicitações e gratidão.

Do livro Passaporte para a Felicidade – Seicho Taniguchi

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Perguntaram ao Dalai Lama...

"O que mais te surpreende na Humanidade?"

E ele respondeu:

"Os Homens... Porque perdem a saúde para juntar dinheiro, depois perdem dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o presente nem o futuro.
Vivem como se nunca fossem morrer...
...e morrem como se nunca tivessem vivido."


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